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março 2007 Archives

março 9, 2007

CIA PHILA 7

A Phila 7 surgiu no início 2005 com o objetivo de pesquisar novas linguagens e diferentes mídias. Desde seu primeiro trabalho, tem na dramaturgia e na tecnologia ferramentas para o desenvolvimento de novos caminhos para as artes cênicas.

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Com seu primeiro espetáculo, “Galileo Galilei”, esta companhia já mostrou essa convergência de linguagens ao encenar um texto clássico com projeções videográficas e com apresentações ao vivo da Orquestra de Câmara da USP no Teatro Alpha Real.
Em julho de 2005, a Phila 7 aprofunda as relações de sua dramaturgia com o universo midiático. Surgiu assim o texto “A Verdade Relativa da Coisa em Si” de Beto Matos e Marcos Azevedo. No final deste mesmo ano o texto ganha o Prêmio Funarte de Dramaturgia.

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Em 2006, como seu segundo espetáculo, “Play on Earth”, a Phila 7 tornou-se pioneira no uso da Internet para a criação e apresentação de uma peça teatral que uniu três elencos em três continentes simultaneamente: Phila 7 em São Paulo, Sation House Opera em New Castle (Inglaterra) e Cia Theatreworks em Cingapura. Três audiências, cada uma em sua cidade, assistindo às atuações em tempo real, formaram um quarto espaço imaginário.
Em setembro do mesmo ano, a Phila 7 é convidada pelo Itaú Cultural a integrar as atividades da exposição Emoção Art.ficial 3.0 com o espetáculo “A Verdade Relativa da Coisa em Si”.

GALERIA

Foram feitas várias fotos tanto dos ensaios quanto do espetáculo no Instituto Cultural Itaú. A maioria delas por Ricardo Ferreira.

Para agrupá-las usamos a ferramenta Flickr. Dê uma olhada na galeria de "A verdade relativa da coisa em si"

AUTORES | ATORES

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BETO MATOS
Ator formado em Artes Cênicas pela UNICAMP (1988/92) participou de diversas montagens teatrais de Shakespeare em São Paulo entre elas: “Ricardo II” (1992) com direção de Márcio Aurélio, “Péricles, Principe de Tiro” (1995) e “Rei Lear” (1996), ambas com direção de Ulysses Cruz. Atuou ainda em espetáculos como “Cárcere Privado” de Leonardo Alkimin com direção de Dani Chao Hu, “Nostalgia” (2001) de Felipe Hirsh no Teatro Popular do SESI com a Sutil Cia de Teatro. Com a Companhia do Latão atuou em “O Mercado do Gozo” e “Auto dos Bons Tratos” de Sérgio Carvalho e Márcio Marciano. Em televisão fez participações nos programas “Retrato Falado”, “Álbum de Família” e Contando História”, com direção de Luiz Vilaça na Rede Globo. Participou do longa “Cristina quer Casar” com direção de Luiz Vilaça. Participou do espetáculo “Galileu Galilei” com direção de Rubens Velloso. É autor do texto teatral “Estrangeiro”.

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MARCOS AZEVEDO
Ator, diretor e autor teatral, formado em Artes Cênicas, 1986. Cursou a EAD (EAD/USP), 1990. Escreveu e atuou em “Caliban”, dirigido por Eduardo Bonito, estreou no FESTIVAL DE EDIMBURGO/Escócia (agosto/97), seguido de uma temporada no RIVERSIDE STUDIOS/Londres (setembro/97) com apoio do Conselho Britânico e do Ministério da Cultura. Também é ator integrante da CIA de ÓPERA SECA de Gerald Thomas desde 1994, e atou em “Deus Ex-Máquina”, “Ventriquist”, “Nietzsche contra Wagner (NXW)”, “Nowhere Man” (Brasil e Croácia/ Festival Eurokaz), “Unglauber”, Império das Meias Verdades”, “The Flash and Crash Days” (Trilogia da Besta/Brasil e Portugal). Participou também de “MacBeth” com direção de Ulysses Cruz, “Concilio do Amor” com direção de Gabriel Vilella e “Laranja Mecânica” dirigido por Olair Coan, entre outras. Com a Cia dos Lobos dirigiu a “Trilogia da Danação” e “Paixão de Cachorra” de Francisco Nieva. Escreveu e dirigiu “Encontrou com Bispo do Rosário”. Em cinema atuou em: “Carandiru” de Hector Babenco, “O Invasor” de Beto Brant, “Missão” de Luis Adriano Damiello e “Últero” de Cristiano Metri. Recentemente atuou no espetáculo “Avalanche” com direção de Ivan Sugahara e “Galileu Galilei” dirigido por Rubens Velloso.

FORUM

Mesmo ainda com poucas discussões, o Fórum sobre a verdade foi criado. Dê uma olhada e participe.

março 11, 2007

CONTATO

Para mais informações sobre a CIA PHILA 7 e sobre o espetáculo, entre em contato com Marisa Riccitelli.

ATRIZES

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ANA SOUTO
Graduada e pós-graduada em multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estudou canto operístico com a profª Sandra Morani por mais de dez anos, tendo participado como cantora do Projeto Ópera Studio. Foi professora de Técnicas Vocais para o Ator, na Escola Macunaíma, e de História do Teatro Ocidental, na Escola Ewerton de Castro. Como atriz, estreou em 1990 com o grupo Razões Inversas, onde também foi preparadora vocal. Como atriz e cantora, atuou em diversos espetáculos entre 1995 e 2001. Na TV, participou dos especiais de fim de ano da TV Bandeirantes, em 1987, e na TV Globo, em 1989. Na TV Cultura, participou da série Leituras. Como autora, escreveu e atuou no espetáculo multimídia Adultério, exibido no evento Mundão do Sesc/SP, em 1998, e no monólogo Mandinga, dirigido por Rubens Velloso. Seu último espetáculo como atriz foi “Galileu Galilei”

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ANDREA TEDESCO
É formada em comunicação pela ECA/USP, onde também iniciou seus estudos em artes cênicas. Estudou no Centro de Pesquisas Teatrais com Antunes Filho, participando dos eventos de abertura do método Prèt-a-porter. Integrou por três anos o Círculo dos Comediantes, participando das montagens do grupo, entre elas "Bonitinha, mas ordinária" com direção de Marco Antônio Braz. Recentemente, atuou na montagem dos Pequenos Burgueses realizada pelo grupo Fábrica São Paulo com direção de Roberto Rosa. Participou do espetáculo “Galileu Galilei” com direção de Rubens Velloso.


DIRETOR

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RUBENS VELLOSO
Atuou e atua nas mais diversas áreas artísticas, do teatro ao cinema, passando pela música e artes plásticas. Entre suas principais realizações para o teatro encontram-se encenações como O Círculo de Giz Caucasiano, A Alma Boa de Setsuam, Terror e Miséria do lll Reich. Explorou as diversas formas de expressão do teatro de vanguarda juntamente com o diretor Joe Chaikin, do grupo Americano Open Theater. Em 2000 dirigiu a cantata cênica Carmina Burana, de Carl Orff, e Il Guarani, de Carlos Gomes, ambas no Theatro Municipal de São Paulo. Em 2002, dirigiu o espetáculo El Amor Brujo, no Teatro Glauber Rocha em Campo Grande. É diretor associado e diretor cênico da Philarmonia Brasileira, que produziu o espetáculo Galileo Galilei, de Bertolt Brecht, em abril de 2005.

LIGHT DESIGNER

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MIRELLA BRANDI
É italiana residente no Brasil desde 1976. Artista Plástica e Designer de Iluminação desde 1990. Formada em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo, Artes Cênicas pela Univercidade São Judas Tadeu, Lighting designer pela City-lit em Londres. Atualmente trabalha como designer de luz em diversos projetos teatrais adultos e infantis, concertos, shows, óperas, exposições de Artes Plásticas e eventos. Ministra cursos de design de luz voltado para Artes Plásticas. Trabalhou com diretores como Roberto Lage, Ulysses Cruz, Arnaldo Jabor, Gianni Ratto e Fernando Bicudo, entre outros. Foi indicada para o prêmio PANAMCO de melhor iluminação em 2001 com o espetáculo “A Ilha de Ouro” de Simoni Boer, dirigido por Gustavo Kurlat. Entre seus últimos trabalhos estão a Ópera “Lo Schiavo” de Carlos Gomes com direção de Fernando Bicudo e Show de Naná Vasconcelos com orquestra de Camera da USP no Teatro Santa Cruz em SP. Participou do espetáculo “Galileu Galilei” com o diretor Rubens Velloso.

março 12, 2007

CONSTRUÇÃO DO PENSAMENTO CRÍTICO

“A Verdade Relativa da Coisa em Si” trata de assuntos contemporâneos abordados sob diferentes pontos de vista, onde o espectador atua de forma investigativa e questionadora.

O objetivo da peça não é apenas questionar a veracidade da informação, mas antes, o que se faz dela. Utilizando os mesmos recursos de comunicação da mídia, o espetáculo coloca o espectador diante do conceito de “relatividade”, usando informações contraditórias entre si e polêmicas em relação ao senso comum.

O resultado é uma comédia ácida onde o riso surge de uma identificação inevitável da platéia com o universo contemporâneo.

FOLDER DA ESTRÉIA

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Frente do folder de estréia da peça no Instituto Cultural Itaú.

Continue reading "FOLDER DA ESTRÉIA" »

ORKUT

"A Verdade Relativa da Coisa em Si" também tem uma página no Orkut. Confira e participe das comunidades relevantes para o tema.

MÍDIA E TECNOLOGIA

O espetáculo faz uso e depende diretamente da tecnologia de comunicação existente hoje. Esta tecnologia, imprescindível para o homem contemporâneo, é também imprescindível para a encenação.

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Por questionar a mídia como “criadora de verdades” são utilizados vídeos, câmeras de segurança, projetores, cartas de correio e um computador on line.

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A internet e os celulares, em sua potencialidade, podem ser vistos como extensões dos sentidos dos atores e público.

CENOGRAFIA

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FICHA TÉCNICA

Cia. Phila 7
A companhia pesquisa e utiliza novas linguagens e diferentes mídias em suas montagens.

ESPETÁCULO

Texto - Beto Matos e Marcos Azevedo
Direção - Rubens Velloso
Elenco - Ana Souto, Andréa Tedesco, Beto Matos e Marcos Azevedo
Música original - André Abujamra
Designer de luz - Mirella Brandi
Cenografia - Marcos Azevedo e Beto Matos
Videoartista - Rodrigo Gontijo
Direção de produção - Marisa Riccitelli Sant’ana
Direção de tecnologia - Marcelo Souza
Programação Visual - Lab.ur.dza..
Assistente de direção - Diego Casas
Estágiários - Jussara Ribeiro e Thiago Ferreira
Realização - Philarmonia Brasileira

SITE

Concepção | Design | ImplementaçãoLuiz Telles
FotosRicardo Ferreira

março 26, 2007

YOUTUBE [VERSÃO OFICIAL]

O vídeo do Rodrigo Gontijo. Oficial

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